75% das empresas com frotas ainda não contam com serviços especializados de gestão de despesas

75% DAS EMPRESAS COM FROTAS AINDA NÃO CONTAM COM SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE GESTÃO DE DESPESAS

Portal Guia do TRC | 01 de agosto de 2014

Apesar da prevalência do modal rodoviário no transporte de mercadorias e pessoas no Brasil, que responde por cerca de 60% da carga movimentada em nosso país, o percentual de empresas que faz uso de serviços especializados de gestão de despesas ainda é baixo. Segundo a AGEV – Associação de Gestão de Despesas de Veículos, apenas uma em cada quatro empresas recorre a serviços especializados.

“Trata-se de um percentual baixíssimo, dada a importância do tema para a competitividade de nossa economia”, destaca Ricardo Albregard, presidente da AGEV. “Nossa atividade, que teve origem no controle das despesas com combustíveis, hoje já permite usar recursos de telemetria e até controlar as emissões dos gases causadores do efeito estufa”, explica. “Dependendo da empresa, a gestão da frota pode gerar uma economia de até 40%, sendo que temos visto uma média de 20% no corte das despesas – um percentual significativo para a competitividade das empresas brasileiras”, informa José Francisco Gomes da Silva, diretor da AGEV.

Albregard lembra que a gestão de frotas tem início com a aquisição de um veículo e só se encerra com a venda desse ativo. “Ao longo desse ciclo, temos inúmeros fatores relevantes para o custo de operação da frota. O que mais se destaca é o do combustível, que geralmente é por onde as empresas tomam contato com este universo. E não é por acaso: dez centavos a mais por dia em cada veículo pode representar um carro novo, ao final de um ano, dependendo do tamanho da frota”, exemplifica. “Mas combustível não é o único fator relevante. Na hora da venda do ativo, por exemplo, seu estado de conservação pode fazer muita diferença para amortizar o custo de renovação da frota. Neste quesito, o monitoramento de comportamento dos motoristas, e seu respectivo treinamento, provam serem ferramentas de alto valor agregado”, comenta.

Fonte: Associação do Transporte Rodoviário do Brasil



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